quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Meu propósito, meu compromisso, minha ação!

Porque participar do Guerreiros Sem Armas?
Porque o GSA tem uma proposta de metodologia que eu acredito: unir as forças individuais para intervir no coletivo através de uma cultura da PAZ. No mundo atual, são valiosíssimas as iniciativas que privilegiam as relações interpessoais, o afeto, amor e respeito entre as pessoas. São esses pilares que possibilitam o trabalho em conjunto.
O GSA realiza a intervenção que eu quero fazer na minha vida: trabalhar coletivamente, articulando diferentes saberes, com a comunidade.

O que pretendo fazer na volta do programa?
Trabalha com psicologia comunitária numa comunidade quilombola multiplicando os saberes adquiridos com o GSA. Não sei ainda em que canto do Brasil farei isso, mas o importante já sei: FAREI!

Como eu penso que a esperiência no GSA vai me ajudar a agir onde eu estou?
A experiência do GSA vai me ajudar em qualquer lugar que eu esteja, aqui ou em qualquer canto do mundo. Será uma experiência singular de riqueza de aprendizado.
Diversidade de: povos, culturas, pessoas, idiomas, sentimentos...
A aprendizagem de uma metodologia de escuta da comunidade, de aprendizado, e depois de contrução coletiva.
Sem dúvida o saber adquirido na experiência me auxiliará na prática de Psicóloga Comunitária.
Guerreiros sem Armas: aí vou eu!!!

Quem eu estou???

Quem eu estou, agora?
Essa pergunta confunde-se muito com a anterior, quem sou eu. Por que pra mim, somos o que estamos em cada momento, a nossa identidade é metamorfose constante.
Atualmente me sinto feliz, muito feliz. Cheia de energia e com vontade de tranformar meus PROJETOS e SONHOS em AÇÃO!
Qual é meu sonho? No momento, trabalhar com o POVO. Vivê-lo, aprendê-lo, dançá-lo.
Dúvidas profissionais? Inúmeras!
Tinha a formação acadêmica numa área que privilegia o individual e não o social. Tenho ânsia por conhecer e viver as experiências de Psicologia Comunitária, nenhuma se dá no meu estado, o Maranhão. Porém aqui, já construi uma referência profissional, tenho desenvolvido um bom trabalho.
Ái! Que medo assola-me nesse momento. Deixar a segurança do emprego, família e amigos e embarcar rumo ao desconhecido. Porém a VONTADE é maior que o MEDO!
E decidi:
VOU!!!

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Quem sou eu???

Pergunta mais pertinente não teria no momento que vivo presente!
Bom, posso começar dizendo que sou Nádia. Moro em São Luís, capital do Maranhão-Brasil. Como orgulhosa nordestina que sou, valorizo imensamente minhas origens africanas e indígenas. Meu axé pulsa do meu povo, e da minha cultura emana minha fé. Tenho 24 anos, prestes a completar 25. Imagino que estou completando 30% do meu tempo de vida. E as minhas decisões atuais serão determinantes para traçar o rumo dos próximo 25 anos a viver. Por isso tenho tomado decisões tão importantes e tão bem refletidas. As dúvidas são inúmeras. Como causa medo a incerteza... E como fascina a descoberta, a surpresa, o inesperado, o novo...
Sou recém formada em Psicologia. Antes mesmo de entrar na Universidade já trabalhava voluntariamente na área social. Um trabalho me seduziu: a atuação comunitária! Mas eu me apaixonei por uma prática profissional: auxiliar os indivíduos a se descobrirem podendo assim, se tranformarem, e num movimento contínuo, transformarem suas realidades. Hoje percebo como se casam essas paixões, o meu intuito não é trabalhar apenas o ambito pessoal, mas a partir da mudança pessoal, promover a mudança social. Hoje decidi: Mais que psicóloga social, que já sou, serei psicóloga comunitária. Quero viver o desafio de colocar meu saber e minha atuação a servido da comunidade, auxiliar no processo de construção de sua autonomia, de transformação. Provavelmente nesse processo, eu terei muito mais a aprender com ela, do que algo a ensinar. Na verdade espero ser um processo dialético. Dois entes em contrução, eu e os outros, a Psicóloga e a Comunidade.
Dentre as decisões tomadas está cuidar mais de mim, do meu corpo, mente e espírito. Assim como cuidar mais do meu lar, meu ambiente, nossa casa coletiva, nosso planeta. Incluídos aí minha família e amigos, pessoas que eu amo e que me constituem. Decidi cuidar também daqueles de quem não conheço, por entender que eles de tal forma também me constituem, assim como eu à eles.
Estou num processo de TRANS- FORMA- AÇÃO.